O filme estava indicado a várias categorias para o Globo de Ouro, o Pré Oscar da academia, levou apenas a estatueta por melhor roteiro.
George Clooney é Ryan Bingham, um executivo que viaja mais de 300 dias por ano com a tarefa de demitir pessoas.
Solteiro convicto, tem uma metodologia para arrumar a mala, passar de aeroporto em aeroporto, viver em hotéis e alugar carros.
O filme é deprimente, retrata com honestidade e autenticidade o universo corporativo, mostra as diversas reações no momento crucial de qualquer ser humano, a hora da demissão.
Apesar de todo o charme quarentão e grisalho de George o filme não decola, nem quando retrata uma relação casual entre George e Vera Farmiga, ela executiva nos mesmos moldes de Clooney. Se conhecem em um bar,passam uma noite juntos e entre aeroportos e cidades se encontram casualmente, até o momento em que ele resolve milagrosamente tentar um romance sério e vai até ela descobrindo que é uma mulher casada e com filhos.
Antes que eu me esqueça, Clooney ou Ryan faz palestras de auto ajuda, fazendo uma analogia entre uma mochila e o que as pessoas carregam na vida, qual o peso e a importãncia de cada pessoa, de seus objetos e de suas situações. Uma espécie de "o que você carrega na vida, ou na mochila, que te pertence verdadeiramente.
Em resumo o filme que eu esperava anciosa para assistir foi uma decepção...
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